Sintaxe Espacial e A Análise Angular de Segmentos, Parte 2: Modelando um Mapa Sintático

Na parte 1 sobre a Análise Angular de Segmentos, mostrou-se o que é o método, sua diferença para a análise axial e as principais medidas utilizadas. Nesse segundo post, será mostrado como modelar um mapa sintático. Continue Lendo “Sintaxe Espacial e A Análise Angular de Segmentos, Parte 2: Modelando um Mapa Sintático”

Sintaxe Espacial e A Análise Angular de Segmentos, Parte 1: Conceitos e Medidas

“Depthmap can do axial analysis, but you don’t need it. Segment analysis is similar, but more powerful and can do more things.” (HILLIER, 2008, p.1)

Este é o primeiro de uma série de postagens sobre a Teoria da Sintaxe Espacial, tratando especificamente sobre a Análise Angular de Segmentos. O objetivo é mostrar o que é o método, suas diferenças, vantagens e desvantagens da Análise de Segmentos em relação à análise axial, bem como as medidas utilizadas. A frase no começo do post, apesar de excluir o valor dos mapas axiais na Sintaxe Espacial (o que não concordo), reflete a mudança que a Análise Angular de Segmentos causou  na forma de analisar a configuração espacial das cidades. Continue Lendo “Sintaxe Espacial e A Análise Angular de Segmentos, Parte 1: Conceitos e Medidas”

Criando Mapas Temáticos no Google Earth Pro

 

Desde fevereiro de 2015, o Google Earth Pro tornou-se gratuito. O software permite, dentre as várias funcionalidades, visualizar imagens de satélite, cálculos de áreas e superfícies, visualização de edificações em 3D, vetorizar sobre as imagens e elaborar mapas temáticos. Continue Lendo “Criando Mapas Temáticos no Google Earth Pro”

REGIC – Regiões de Influência das Cidades

O REGIC (Regiões de Influência das Cidades) é uma publicação do IBGE (Instituto Nacional de Geografia Estatística) que tem como objetivo estudar a hierarquia da rede urbana brasileira, com base no fluxo de informações, bens e serviços. Continue Lendo “REGIC – Regiões de Influência das Cidades”

O Espaço É A Máquina

Este texto é fruto de uma discussão acadêmica com colegas. Provavelmente há imprecisões acerca de algumas afirmativas. No entanto, o objetivo aqui é tentar trazer à luz uma discussão que envolve uma das principais críticas aos estudos arquitetônicos: o determinismo arquitetônico. Tornou-se de praxe analisar a arquitetura a partir do ponto de vista dos agente e atores que nele interferem. Mas, andando na contramão deste pensamento, em que a arquitetura interfere na sociedade? Eis que surge a “metáfora da máquina”. A seguir, uma brevíssima (e inicial) tentativa de abrir uma discussão sobre o tema…
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